Catálogo: Agripino Grieco

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    Classificação:

    Categoria: Personalidades - estátuas e bustos
    Tipologia: Busto
    Natureza: Artística
    Tipo: Escultura
    Material: Peça em bronze e pedestal de granito

Dados do Monumento

  • Nome: Agripino Grieco
    Data de Inauguração: Out/1968
    Autor: Daniel Crow e Curzio Zani
    Fundição/Atelier: Zani Fundição Artística E Metalúrgica Ltda.
    Propriedade: Pública
    Tombamento:
    Ano (tombamento):


    Descrição:

    Instalado inicialmente instalado no jardim do Meier e reinaugurado na praça criada em sua homenagem em 10/11/1978,. Com as alterações na praça , foi remanejado pelo Rio-Cidade, em 1996, na atual localização. Foi uma doação do Emabaixador Vicente Paulo Gatti.

    Foi morador ilustre do bairro, da Rua Aristides Caire. Na inauguração esteve presente, na comemoração dos seus 80 anos de vida. A inauguração foi organizada pela Administração Regional.

    Biografia:

    Agripino Grieco (Paraíba do Sul, Rio de Janeiro, 1888 - Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1973). Crítico literário, poeta, contista, tradutor, jornalista. Filho dos italianos Pascoal Grieco e Rosa Covello Grieco, provenientes de Basilicata. Em 1906, muda-se para o Rio de Janeiro e começa a carreira de funcionário público na Central do Brasil. Estréia na literatura com uma obra de poesia, Ânforas, em 1910, e três anos depois com um conjunto de contos intitulado Estátuas Mutiladas. De 1913 até 1920 dedica-se inteiramente à leitura de autores clássicos e românticos sem nada publicar. A partir de então escreve colunas literárias em pequenos jornais e revistas até ser convidado pelo crítico Tristão de Ataíde (1893-1983) a substituí-lo em O Jornal, em que estréia com artigo sobre o poeta Gregório de Matos (1636-1696). E esses seus primeiros artigos são reunidos em Fetiches e Fantoches, de 1921, e Caçador de Símbolos, de 1923. Em suas colunas torna-se também grande defensor da obra do poeta Castro Alves (1847-1871). Sua importância no meio literário, do início da década de 1920 à década de 1950, está diretamente ligada ao fato de permanecer todo esse tempo escrevendo diariamente em importantes jornais, com suas colunas caracterizadas pelo ecletismo e pelo tom polêmico e satírico, tratando de escritores brasileiros, estrangeiros e lançamentos. Após sua morte, em 1973, sua biblioteca pessoal, com mais de 30 mil títulos, é vendida à Universidade de Brasília. Em comemoração do centenário de seu nascimento, em 1988, é lançado o volume Gralhas e Pavões, com organização do filho Donatello Grieco, que traz apontamentos inéditos escritos em pequenas tiras de papel e encontrados em caixas de sapato. Fonte: Enciclopedia Itau Cultural


    * Fontes dos dados (ver bibliografia)

Sua Localização

Endereço: R. Dias da Cruz - Méier - Rio de Janeiro - RJ
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Quem sou eu

Vera Dias Sou natural da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro e nasci em 1956. Meus primeiros passos rumo à formação profissional ocorreram em 1974, ao me matricular no curso Técnico de Edificações do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca. Daí segui para a formação de arquiteta, me graduando em 1981 pelas Faculdades Integradas Silva e Souza. Em 1988, ao terminar a pós-graduação em Urbanismo na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), me candidatei a uma das 150 vagas abertas no primeiro concurso públ...


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