Catálogo: À Joaquim Manuel Macedo

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    Classificação:

    Categoria: Personalidades - estátuas e bustos
    Tipologia: Banco
    Natureza: Infra estrutura urbana
    Tipo: Construção
    Material: Bloco de gnaisse esculpido

Dados do Monumento

  • Nome: À Joaquim Manuel Macedo
    Data de Inauguração: Mai/1938
    Autor: Pedro Bruno
    Fundição/Atelier:
    Propriedade: Pública
    Tombamento: Tombado pelo Município pelo Decreto 17 555/99
    Ano (tombamento): 1999


    Descrição:

    Bloco de gnaisse  com inscrição em letras de bronze.  O monumento foi inaugurado na Festa das Arvores e dos Passaros, no mesmo dia da homenagem a Carlos Gomes.

    Leia mais: http://ashistoriasdosmonumentosdorio.blogspot.com.br/2010/07/paqueta-e-as-obras-do-pintor-pedro-bruno.html



    Biografia:

    Joaquim Manuel de Macedo, jornalista, professor, romancista, poeta, teatrólogo e memorialista, nasceu em Itaboraí, RJ, em 24 de junho de 1820, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 11 de abril de 1882. É o patrono da cadeira n. 20, por escolha do fundador Salvador de Mendonça. Era filho do casal Severino de Macedo Carvalho e Benigna Catarina da Conceição. Formado em Medicina pela Faculdade do Rio de Janeiro, clinicou algum tempo no interior da Província. No mesmo ano da formatura (1844), publicou A Moreninha, que lhe deu fama instantânea e constituiu uma pequena revolução literária, inaugurando a voga do romance nacional. Alguns estudiosos consideram que a heroína do livro é uma clara transposição da sua namorada, e futura mulher, Maria Catarina de Abreu Sodré, prima-irmã de Álvares de Azevedo. Em 1849, fundou com Araújo Porto-Alegre e Gonçalves Dias a revista Guanabara, onde apareceu grande parte do seu poema-romance A Nebulosa, que alguns críticos consideram um dos melhores do Romantismo. Voltou ao Rio, abandonou a Medicina e foi professor de História e Geografia do Brasil no Colégio Pedro II. Era muito ligado à Família Imperial, tendo sido professor dos filhos da princesa Isabel. Militou no Partido Liberal, servindo-o com lealdade e firmeza de princípios, como o provam seus discursos parlamentares. Foi deputado provincial (1850, 1853, 1854-59) e deputado geral (1864-68 e 1873-81). Membro muito ativo do Instituto Histórico (desde 1845) e do Conselho Diretor da Instrução Pública da Corte (1866). Nos últimos anos, sofreu de decadência das faculdades mentais, falecendo antes de completar 62 anos. Foi ativa e fecunda a sua carreira intelectual nas várias atividades que exerceu. Um dos fundadores do romance brasileiro, foi considerado em vida das maiores figuras da literatura contemporânea e, até o êxito de José de Alencar, o seu principal romancista. O memorialista ainda é lido com interesse nas Memórias da Rua do Ouvidor e Um passeio pela cidade do Rio de Janeiro. Foi no romance, entretanto, que Macedo conseguiu perdurar. Suas histórias evocam aspectos da vida carioca na segunda metade do século XIX, com simplicidade de estilo, senso de observação dos costumes e da vida familiar. Fonte: Academia Brasileira de Letras 


    * Fontes dos dados (ver bibliografia)

Sua Localização

Endereço: Praia da Moreninha - Paquetá - Rio de Janeiro - RJ
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Mais Fotos

  • Foto frontal
    Vera Dias
  • Foto histórica - 1938 Pedro Bruno e sua filha
    Jornal Correio da Manhã
  • Foto de fundos
    Vera Dias


Quem sou eu

Vera Dias Sou natural da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro e nasci em 1956. Meus primeiros passos rumo à formação profissional ocorreram em 1974, ao me matricular no curso Técnico de Edificações do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca. Daí segui para a formação de arquiteta, me graduando em 1981 pelas Faculdades Integradas Silva e Souza. Em 1988, ao terminar a pós-graduação em Urbanismo na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), me candidatei a uma das 150 vagas abertas no primeiro concurso públ...


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